escrevo cartas e desenvolvo diálogos com pessoas, em silêncio. sei que isso não é mérito meu. mas ontem aconteceu uma novidade íntima de dialogar corporalmente com alguém ausente. na calçada.
dialoguei com o olhar também. no meu olhar o diálogo. olha isso... em silêncio à presença ausente. e prazeirosa. com sutis dramas de desejo (isso gera um capítulo à parte, deve dar um tipo de tragi-comédia em auto-análise).
quando sonho com alguém gosto de falar pra pessoa, compartilhando uma vivência. mútua. e íntima, num sentido neuronal. onde a memória é quase um milagre.
mas tem as coisas a serem guardadas em silêncio. (qual é o compasso do silêncio?)
e a vida vai rodando.
e os silêncios mudam.
mudam.
mudos.
e cheios de humores.
.
e dá pra ver de perto. de bem perto.
em silêncio.
dialoguei com o olhar também. no meu olhar o diálogo. olha isso... em silêncio à presença ausente. e prazeirosa. com sutis dramas de desejo (isso gera um capítulo à parte, deve dar um tipo de tragi-comédia em auto-análise).
quando sonho com alguém gosto de falar pra pessoa, compartilhando uma vivência. mútua. e íntima, num sentido neuronal. onde a memória é quase um milagre.
mas tem as coisas a serem guardadas em silêncio. (qual é o compasso do silêncio?)
e a vida vai rodando.
e os silêncios mudam.
mudam.
mudos.
e cheios de humores.
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e dá pra ver de perto. de bem perto.
em silêncio.







